A ARTE ANIMAL DE SE CAMUFLAR


Para que um indivíduo sobreviva em um determinado meio ambiente, ele precisa se adaptar. Esta adaptação pode ser morfológica ou fisiológica e ajuda o indivíduo a sobreviver e a procriar. E um mecanismo de defesa primária que muitos animais usam para sobreviver é a camuflagem.



Mas nem só para se proteger a camuflagem é usada. Existem animais, como os leões, que se camuflam para passar desapercebidos por suas presas para depois caça-las.


Nem todos os animais desenvolveram o processo de camuflagem, mas os que a desenvolveram, fizeram tipos diferentes de camuflagem. Muitos são confundidos com cascas de troncos, folhas, galhos secos, vegetações, pedras e outras coisas encontradas nos ambientes que eles vivem.


A camuflagem pode ser de 2 tipos:

  1. pela cor (homocromia): O animal consegue se misturar ao ambiente; possuem cor semelhante a areia, folhas, galhos ou outras estruturas, confundindo, suas cores com as cores do local, de forma que fica difícil saber onde ele está, como exemplo e urso polar, leão, urutau.

  2. por homotipia: que é quando o animal tem sua forma semelhante a alguma estrutura do ambiente em que ele vive: bicho folha com forma de folha, bicho pau parece um graveto e peixe pedra.

Vejam alguns tipos de camuflagem animal:

Acima vemos o bicho pau que parece um graveto; o peixe pedra que se confunde com o substrato rochoso no oceano; o urso polar cuja pelagem branca se assemelha a neve e a coruja cujas penas parecem se fundir ao tronco de árvore.


Acima vemos o Linguado; o Urutau , ave notívaga encontrada na América do Sul, inclusive em várias regiões do Brasil; a Largatixa satânica cauda de folha da Ilha de Madagascar e o bicho folha.

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